Impacto Ambiental é todo efeito no meio ambiente causado pelas alterações e/ou atividades do ser humano. Conforme o tipo de intervenção, modificações produzidas e eventos posteriores, pode-se avaliar qualitativa e quantitativamente o impacto, classificando-o de caráter "positivo" ou "negativo", ecológico, social e/ou econômico.

ASPECTOS JURÍDICOS
O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) é um dos instrumentos de avaliação de impacto ambiental, instituído no Brasil dentro da política nacional do meio ambiente, através da resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) nº 001/86, de 23 de janeiro de 1986. Trata-se da execução, por equipe multidisciplinar, das tarefas técnicas e científicas destinadas a analisar, sistematicamente, por meio de métodos e técnicas de previsão dos impactos ambientais.

O estudo realiza-se sob orientação da autoridade ambiental responsável que, por meio de instruções técnicas específicas, ou termos de referência, indica a abrangência do estudo e os fatores ambientais a serem considerados detalhadamente. Tal estudo é essencial para se obter o licenciamento ambiental para o funcionamento de um empreendimento ou uma ação humana, como por exemplo, a instalação de indústria ou agricultura.

Todo projeto humano pode ser obrigado a realizar Estudos Prévio de Impacto Ambiental (EPIA) e apresentar o respectivo Estudo (EIA), o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), os projetos de atividades utilizadoras de recursos ambientais consideradas de significativo potencial de degradação ou poluição, e as medidas mitigadoras (que em certos casos são obrigatórias). Nos casos mais complexos, que envolve muito espaço, muitos recursos, e pode atingir muitas pessoas, como na instalação de aeroportos ou hidrelétricas, o licenciamento ambiental pode necessitar de uma série de procedimentos específicos, inclusive da realização de audiência pública com os diversos segmentos da população interessada ou afetada futuramente pelo feito.



  ATIVIDADES COM IMPACTO AMBIENTAL:

1 - Construção de rodovias;
2 - Construção de Ferrovias;
3 - Construção de Portos e terminais;
4 - Construção de Aeroportos;
5 - Instalação de oleodutos, gasodutos, minerodutos, troncos coletores e emissários de esgoto;
6 - Instalação de linhas de transmissão de energia elétrica (acima de 230 kV);
7 - Obras hidráulicas para fins de saneamento, drenagem, irrigação, retificação de curso d'água, transposição de bacias, canais de navegação, barragens hidrelétricas, diques;
8 - Extração de combustível fóssil (petróleo, xisto, carvão, gás natural);
9 - Extração de minério;
10 - Aterros sanitários, processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos;
11 - Instalação de usinas de geração de eletricidade, qualquer que seja a fonte de energia primária (acima de 10 MW), inclusive a instalação de parques eólicos;
12 - Complexo e unidades industriais e agro-industriais (petroquímicos, siderúrgicos, cloroquímicos, destilarias de álcool, hulha, extração e cultivo de recursos hídricos);
13 - Distritos industriais e zonas estritamente industriais (ZEI);
14 - Exploração econômica de madeira ou de lenha, em áreas acima de 100 hectares ou menores, quando atingir áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental;
15 - Projetos urbanísticos (acima de 100 ha), ou em áreas consideradas de relevante interesse ambiental;
16 - Qualquer atividade que utilize carvão vegetal, em quantidade superior a dez toneladas por dia.





Texto extraído do site:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Impacto_ambiental
 

DEGRADAÇÃO DO SOLO AUMENTA E AFETA UM QUARTO DA POPULAÇÃO MUNDIAL
Um quarto da população mundial está afetada, segundo novo estudo da FAO. a degradação do solo está aumentando em gravidade e extensão, afetando mais de 20% das terras agrícolas, 30% das florestas e 10% dos pastos. Estudo indica que, desde a assinatura da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação, em 1994, problema está se agravando, ao invés de diminuir.

REDAÇÃO DA FAO
ROMA e BRASÍLIA – A degradação do solo está aumentando em muitas partes do mundo, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira (2) pela FAO, com dados pesquisados num período de 20 anos.

Definida como o declínio a longo prazo na função e na produtividade de um ecossistema, a degradação do solo está aumentando em gravidade e extensão, afetando mais de 20% das terras agrícolas, 30% das florestas e 10% dos pastos.

Cerca de 1,5 bilhão de pessoas, um quarto da população mundial, dependem diretamente dos solos que estão sendo degradados.

As consequências desse fenômeno incluem diminuição da produtividade agrícola, migração, insegurança alimentar, prejuízos a recursos e ecossistemas básicos e a perda de biodiversidade genética e de espécies, devido a mudanças nos habitats.

“A degradação do solo tem também importantes implicações para a redução e a adaptação às mudanças climáticas, já que a perda de biomassa e de matéria orgânica do solo libera carbono na atmosfera e afeta a qualidade do solo e sua capacidade de reter a água e os nutrientes”. afirmou Parviz Koohafkan, Diretor da Divisão de Terras e Águas da FAO.

O estudo indica que, apesar da determinação dos 193 países que ratificaram a Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação, em 1994, a degradação do solo está se agravando, ao invés de diminuir.

Cerca de 22% das terras em processo de degradação estão em zonas ou muito áridas ou sub-úmidas secas, enquanto 78% estão em regiões úmidas. O estudo revela que a principal causa da degradação do solo é a má gestão da terra.


  Em comparação com avaliações anteriores, o estudo revela que a degradação do solo tem afetado novas regiões desde 1991, enquanto que algumas áreas historicamente muito degradadas foram tão afetadas que agora estão estáveis, por terem sido abandonadas ou exploradas com baixo nível de produtividade.

Os dados sobre a degradação do solo em nível mundial são parte do estudo apresentado pela FAO, pelo Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente (PNUMA) e pela Informação Mundial do Solo (ISRIC). O estudo se chama Avaliação da Degradação do Solo em Zonas Áridas (LADA, em inglês) e foi financiado pelo Global Environment Facility.

BONS EXEMPLOS
Mas as notícias não são apenas ruins. A pesquisa identificou uma série de lugares onde o solo é utilizado de forma sustentável (19% das terras agrícolas) ou se está alcançando maior qualidade e produtividade (10% dos bosques e 19% dos pastos).

Muitos dos avanços em terras agrícolas estão associados à irrigação, mas também há exemplos de melhoras em terras agrícolas e pastos nas pradarias e planícies da América do Norte e Índia Ocidental. Alguns dos avanços são resultado de aumento da cobertura florestal, seja com plantio de florestas, em especial na Europa e América do Norte e com algumas projetos de bonificação de terras, por exemplo no norte da China.

No entanto, algumas das iniciativas positivas se baseiam na invasão de áreas agrícolas e pastos por florestas e arbustos, o que por regra geral não é considerado melhoria do solo.

O estudo mostra que a degradação da terra continua sendo um assunto prioritário que requer atenção renovada dos cidadãos, comunidades e governos.

OS MAIS AFETADOS E O BRASIL
O ranking por país por população rural afetada com a degradação dos solos é:
1- China (457 milhões de pessoas);
2 – Índia (177 milhões de pessoas);
3 – Indonésia (86 milhões);
4 – Bangladesh (72 milhões);
5 – Brasil (46 milhões).

Texto extraído do site:
http://www.cartamaior.com.br
 

AS SACOLAS DE PLÁSTICO DEVEM SER SUBSTITUÍDAS?

Elas levam 300 anos para se decompor, mas há divergências sobre como lidar com isso

Quando surgiram, no fim da década de 1950, as sacolas de plástico eram motivo de orgulho das redes de supermercados e símbolo de status entre as donas-de-casa.

Em meio século, passaram de símbolo da modernidade a vilãs do meio ambiente. Celebridades como a atriz Keira Knightley e Ivanka Trump desfilam hoje com sacolas de pano que trazem a inscrição "I'm not a plastic bag"(Eu não sou uma sacola de plástico),como a da foto abaixo.

O motivo: o plástico polui - e muito. As sacolas são incapazes de se decompor em curto prazo. Trata-se, portanto, de uma decisão lógica: aboli-las dos supermercados. Parece evidente, mas não é tão simples. Existem divergências ambientais, culturais e políticas sobre como eliminar esse problema. Conheça os argumentos de cada lado.

ACHAM QUE SIM
As sacolas de plástico demoram pelo menos 300 anos para sumir no meio ambiente. Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de unidades a cada ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente - o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês.

No total, são 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país. Não há dúvida: é muito lixo. Algumas alternativas estão sendo adotadas. Uma delas, muito popular na Europa e nos Estados Unidos, é o uso de sacolas de pano ou sacos e caixas de papel. Em Nova York, as que levam a inscrição "Eu não sou uma sacola de plástico" viraram febre.

Em São Francisco, as sacolas de plástico foram banidas. Somente as feitas de produtos derivados do milho ou de papel reciclado podem ser usadas. Outra solução é a cobrança de uma taxa por sacola, como acontece na Irlanda desde 2002. O dinheiro é revertido em projetos ambientais.

No Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de degradação é até 100 vezes menor - ou seja, uma sacola leva apenas três anos para desaparecer. O governo do Paraná distribui gratuitamente essas sacolas.

Muitos supermercados de Curitiba, onde se consomem 900 milhões de sacolas por ano, aderiram à novidade por conta própria. O Pão de Açúcar vende uma sacola feita de tecido semelhante ao usado em fraldas descartáveis por R$ 3,99 a unidade.

A Casa Santa Luzia, de São Paulo, oferece sacos de papel kraft, duas a três vezes mais caros que as sacolas de plástico, informa a Gazeta Mercantil.

Projetos de leis estaduais para substituir as sacolas de plástico pelas oxibiodegradáveis tramitam no Rio Grande do Sul, no Paraná e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a Assembléia Legislativa chegou a aprovar um projeto do deputado Sebastião Almeida (PT), que tornaria obrigatório o uso dos oxibiodegradáveis.

"O ideal seria a troca, pura e simples, do material plástico por pano ou papel. Mas ao menos um composto oxibiodegradável poderia acelerar a decomposição de bilhões de toneladas que ficam no ambiente à espera da degradação", escreve Almeida em artigo na Folha de S.Paulo.

ACHAM QUE NÃO
A indústria do plástico publicou um informe nos jornais brasileiros na sexta-feira 5 de outubro. Diz o texto: "O plástico faz parte da vida contemporânea, é 100% reciclável e está em milhares de produtos.


 

Sem ele, não haveria computadores, seringas descartáveis, bolsas de soro e de sangue para salvar vidas. O plástico tornou os automóveis mais leves, reduzindo a emissão de CO2, causador do efeito estufa. As sacolas plásticas são reutilizáveis, práticas, higiênicas e têm múltiplos usos. São particularmente importantes para 80% dos consumidores que fazem compras a pé ou de ônibus".

Os fabricantes lançarão no dia 6 de novembro uma campanha. Eles se comprometem a produzir sacolas mais resistentes (para evitar uso em excesso e, com isso, reduzir o volume em 30%), estimular a utilização de sacolas plásticas de uso contínuo e desenvolver ações de educação sobre consumo responsável, coleta seletiva, reciclagem e utilização dos plásticos para a geração de energia.

Pode-se dizer tudo dos sacos de plástico - menos que eles não sejam práticos. "Nunca imaginei que, depois de adulta, voltaria a jogar Escravos de Jó (brincadeira em que crianças passam objetos entre si) com freqüência", diz a repórter Cristina Amorim, de O Estado de S. Paulo. Ela descreve a dificuldade em acondicionar os produtos em sacolas de pano. As bananas não podem ficar sobre os tomates, e por aí vai. Com a mudança, diz, há outro problema: vão faltar sacos para descartar o lixo doméstico.

O projeto de lei do deputado petista Sebastião Almeida, determinando o uso de sacolas oxibiodegradáveis em São Paulo, foi vetado pelo governador José Serra, do PSDB. Almeida diz que foi uma decisão política. Os tucanos dão argumentos técnicos. O aditivo que faz com que o plástico se degrade continuaria contaminando o ambiente por causa dos catalisadores empregados, derivados de metais como níquel e manganês.

"A tecnologia permite que o plástico se esfarele em pequenas partículas até desaparecer a olho nu, mas continua presente na natureza", afirmou Xico Graziano, secretário estadual de Meio Ambiente, à Folha de S.Paulo.

Nem Inglaterra nem Canadá, países que inventaram esse aditivo oxidegradável, adotaram a tecnologia. Por que, pergunta, o Brasil empregaria essa técnica?


Texto extraído do site:
http://planetasustentavel.abril.com.br/




MiINHA VIDA SEM PLÁSTICO

DIA 5 – “Como os saquinhos plásticos estão proibidos aqui em casa, deposito o lixo reciclável numa caixa de papelão – e o orgânico, em sacolas de papel estrategicamente deixadas na cozinha e no banheiro … as sacolas, feitas de papel kraft (mais grosso), não ficam molhadas nem fedidas. E percebo que estou produzindo 50% menos lixo. Isso me dá orgulho.”

- DIA 7 – “Mandei todos os saquinhos plásticos de casa para a reciclagem e pretendo continuar com as sacolas de papel. Mas complicado mesmo vai ser quando o petróleo escassear, subir de preço, e o plástico se tornar uma material-prima cara. Nem tudo poderá ser feito ou embalado em metal, vidro e papel. Acho que o plástico começará a ser reciclado em grande escala. Afinal, ele existe de sobra pelos lixões do planeta – são bilhões e bilhões de toneladas, que ficarão no mundo por muito tempo.”


Texto extraído da Revista Superinteressante (dez/ 2009) - páginas 72 a 75 - Texto de Camilla Costa

 

COP MEIO CHEIA OU MEIO VAZIA?

Categorias dos posts: planeta
Eric Camara | 16:07, sábado, 12 dezembro 2009

Depois de uma semana da Conferência das Partes (COP, na sigla em inglês) da Convenção-Quadro das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (UNFCCC, também em inglês),
já existe um documento base, mas faltam nele elementos fundamentais.

Tentei resumir aqui os que são considerados mais difíceis para que a COP de Copenhague produza um acordo.

1. Números definitivos para as metas de redução de gases em países ricos e em desenvolvimento. Para os primeiros, poderá entrar qualquer coisa entre 25% e 45% até 2020 (sob níveis de 1990); e para o segundo grupo, de 15% a 30% até 2020 abaixo das projeções que se faz para aquele ano.

Além disso, os EUA exigem que as metas para as grandes economias emergentes (principalmente a China) sejam obrigatórias.

2. Limite da elevação da temperatura global. O documento fala em 1,5ºC a 2ºC. Para países insulares, 2ºC, o número acertado e defendido pelos países do G8, é considerado 'suicídio', já que pode levar ao desaparecimento de diversas ilhas.

3. Um parágrafo inteiro sobre financiamento de longo prazo para ações de combate às mudanças climáticas e redução de gases do efeito estufa em países em desenvolvimento.


 

Este é um dos pontos mais importantes para viabilizar um acordo.

As estimativas são de que seriam necessários entre US$ 100 bilhões e US$ 200 bilhões para ações de adaptação e combate às mudanças climáticas nos países pobres. É preciso que os países ricos ainda ofereçam o dinheiro e que fique claro de onde estes recursos sairiam.

4. O fundo emergencial para assistência aos países mais pobres do planeta - entre eles figuram alguns dos mais afetados pelas mudanças no clima. Fala-se em US$ 10 bilhões por ano até 2013 para este mecanismo, mas o valor é considerado baixo demais por representantes dos LDC (os países menos desenvolvidos).

5. Protocolo de Kyoto. Muito se fala que de Copenhague sairá um substituto do tratado assinado no Japão em 1997: No entanto, ele pode entrar em uma segunda fase, prolongando a duração e ampliando o seu escopo. Os Estados Unidos são contra, mesmo porque nunca ratificaram Kyoto, ou seja, estão fora. Os países em desenvolvimento, liderados pela China, insistem em estender o protocolo.

Como se isso tudo não fosse assunto suficiente para ser discutido durante uma semana, falta clareza sobre um aspecto vital: o documento a ser assinado terá ou não valor legal?

Ou seja: dependendo do ponto de vista, pode-se dizer que o copo está meio cheio ou meio vazio...

Texto extraído do site:
http://www.bbc.co.uk/blogs/portuguese/planeta_clima/

 

UM PEQUENO PASSO PARA SI
PODE SER UM GRANDE PASSO PARA A HUMANIDADE

Na casa de banho
1 – Não tome banho de imersão.
2 – Feche as torneiras enquanto lava os dentes, ou faz a barba (poupa entre 10 e 30 litros de água).
3 – Não deixe as torneiras ou o autoclismo a pingar (as fugas de água podem chegar a outros 30 litros por dia).
4 – Opte por autoclismos duplos ou de botão de controlo (em cada descarga gasta-se 10 a 15 litros de água).
5 – Não deite qualquer tipo de lixo na sanita, ou estará a contribuir para uma poluição acrescida, nos rios e mares.

Nos transportes
6 – Utilize mais o transporte colectivo que o individual. Mas o melhor é circular a pé ou de bicicleta, não só pratica exercício físico como protege o ambiente.
7 – Se tiver que optar por um automóvel não compre um maior que as suas necessidades: os carros mais pesados gastam até 50% mais combustíveis do que os modelos mais leves.
8 – Ao lavar o carro, evite usar a mangueira, ou utilizará perto de 500 litros de água; se utilizar um balde e esponja o consumo é apenas de 50 litros.
9 – Ao conduzir ande devagar, permite apreciar a paisagem e emitir menos CO2. O sector dos transportes é responsável em Portugal, por 33% das emissões de gases com efeito de estufa, enquanto a média europeia é de 28%.

Na escola
10 – Deve escolher material facilmente reciclável – menos plástico mais papel.
11 – Incentivar a que se corrijam os trabalhos no computador, e a enviar mensagens e outros documentos por e-mail, em vez de imprimir.
12 – Na cantina e no bar comprem produtos frescos (ao pedir menos alimentos embalados, reduz o lixo produzido).
13 – Recicle o que sobra em todas as instalações da escola (numa tonelada de papel, evitamos o abate de 15 a 20 árvores, e reduzimos em 75% as emissões tóxicas para o ar).

No trabalho
14 – Aproveite bem a iluminação natural, antes de acender a luz eléctrica.
15 – Proteja as janelas com estores e evite o calor indesejável. É mil vezes melhor do que recorrer ao ar condicionado, que liberta gases que contribuem para o aquecimento do planeta.
16 – Fazer blocos de notas com papéis usados e imprimir apenas o que for necessário.
17 – À saída, desligue sempre as luzes e as máquinas de computadores, fotocopiadoras e impressoras.

Na rua
18 – Deposite sempre o lixo nos recipientes adequados: plásticos e embalagens no ecoponto amarelo, papel e cartão no azul e vidro no verde. Por cada tonelada de plástico reciclado, evita-se a emissão de 1,35 toneladas de CO2; no caso do vidro, o valor é de 0,84 toneladas.
19 – Recuse a publicidade directa, se não lhe interessa é menos papel acumulado.
20 – Se tem um animal doméstico, recolha sempre os dejectos num pequeno saco, que deverá depositar no lixo doméstico.


 

21 – Se puder plante uma árvore, quando atingir um tamanho adulto, absorve cerca de seis quilos de CO2 por ano.Nas compras
22 – Se vai às compras utilize um saco reutilizável de material ecológico e mais resistente. Um saco de plástico demora um segundo a produzir-se, usa-se 20 minutos e depois demora 500 anos a decompor-se.
23 – Compre o que é produzido localmente: uma origem longínqua significa mais transporte, mais embalagens mais consumo de recursos, mais poluição.
24 – Procure os produtos com logótipo da flor, no rotulo ecológico europeu, o que significa um desempenho ambiental de alto nível.


Na cozinha
25 – Fechar sempre bem a porta do frigorífico. Se ficar aberta está a gastar energia extra.
26 – Limpar o congelador regularmente: a presença de gelo nas paredes implica um aumento no consumo de energia. Um congelador cheio é mais eficiente do que um vazio.
27 – Deixe as panelas tapadas enquanto estão ao lume. Para manter em ebulição um litro e meio de água, uma simples tampa permite reduzir a energia de consumo para apenas um quarto. As panelas de pressão ou a vapor, permitem poupar cerca de 70% de energia.
28 – Tenha em conta a classe de eficiência de um electrodoméstico: pode ser mais caro , mas a redução que se sente na factura da electricidade ao longo dos anos torna-o num investimento seguro.

Na sala
29 – Não use louça descartável, nem sequer em festas. Se pretende louça que não se parta, prefira a de plástico, lavável e reutilizável.
30 – Na mesa, opte por água. A água engarrafada não é indispensável. A nossa água canalizada é normalmente de muito boa qualidade: poupamos ao ambiente a agressão do fabrico e do depósito das garrafas de plástico.
31 – Antes de deixar a sala, não se esqueça de desligar a televisão e outros aparelhos, no botão e não com o comando: em stand-by consome 25% de energia. O ambiente agradece: recebe menos 70 toneladas de dióxido de carbono num ano.

Na casa das máquinas
32 – Ligue as máquinas, de roupa ou de loiça, nos períodos mais económicos: a instalação de um contador bi-horário permitir-lhe-á poupar na factura.
33 – Utilize programas de baixa temperatura, grande parte da electricidade gasta numa lavagem é para aquecer a água. A roupa fica bem lavada na mesma.
34 – Ponha as máquinas a trabalhar quando estiverem cheias, se não for possível, opte por programas mais curtos, que lhe poupam um quinto da energia.
35 – Escolha detergentes que tenham um baixo teor de fosfatos e sejam bio degradáveis, e utilize as doses recomendadas pelos fabricantes (detergente a mais não significa melhor lavagem).


Texto extraído do site:
http://www.portal-energia.com/35-ideias-basicas-para-salvar-o-planeta/

 

Os Resíduos Sólidos Urbanos (RSU's), vulgarmente denominados por lixo urbano, são resultantes da atividade doméstica e comercial das povoações. A sua composição varia de população para população, dependendo da situação sócio-econômica e das condições e hábitos de vida de cada um. Esses resíduos podem ser classificados das seguintes maneiras:

Matéria orgânica: Restos de comida, da sua preparação e limpeza...
Papel e papelão: Jornais, revistas, caixas e embalagens... Plásticos: Garrafas, garrafões, frascos, embalagens, boiões, etc.
Vidro: Garrafas, frascos, copos, etc.
Metais: Latas
Outros: Roupas, óleos de cozinha e óleos de motor, resíduos informáticos...

Existem também alguns tipos de resíduos diferentes dos comumente encontrados e que são denominados tóxicos. Estes necessitam de um destino especial para que não contaminem o ambiente e os seres que nele habitam, como aerosóis vazios, pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes, restos de medicamentos, etc.

Estima-se que cada pessoa produza, em média, 1,3 kg de resíduo sólido por dia. Desta forma, uma pequena cidade de apenas 10.000 habitantes produziria cerca de 10 toneladas de lixo diariamente. A coleta destes pode ser Indiferenciada ou Seletiva. É Indiferenciada quando não ocorre nenhum tipo de seleção na sua coleta e acabam rotulados como lixo comum. E é Seletiva quando os resíduos são recolhidos já com os seus componentes separados de acordo com o tipo de resíduo e destino para o qual são enviados. Após a coleta, o lixo comunmente pode ser encaminhado para três lugares: um aterro sanitário, uma unidade de incineração ou uma unidade de Valorização e Tratamento de Resíduos.




No Aterro Sanitário, o lixo é jogado para que o solo absorva e decomponha seu conteúdo. Este é o destino mais comum para o lixo de coleta Indiferenciada, pois não necessita cuidados especiais e é uma forma de esgotar rápidamente a enorme quantidade de lixo gerado pelas metrópoles e outras grandes cidades. Estima-se que o município do Rio de Janeiro produza por dia aproximadamente 7.900 toneladas de lixo, do qual grande parte é despejado em um aterro.

É para a unidade de icineração que são enviados os resíduos que não podem ou não devem ser jogados a céu aberto em um aterro. É o caso das pilhas, equipamentos eletrônicos e lixo hospitalar. Nessas unidades, o lixo é queimado e passa por alguns filtros antes de ser liberado no ambiente. Por ser um processo caro e lento, apenas uma pequena parcela dos resíduos (aqueles que foram citados anteriormente) pode passar por ele, o que resulta mais uma vez no despejo de lixo em Aterros Sanitários.

As Unidades de Valorização e Tratamento de Resíduos, ou, Unidades de Reciclagem, tem o objetivo único de reaproveitar embalagens, papel e similares num processo de limpeza e reestruturação. Dentre as principais cidades do ramo está a cidade de São Paulo, considerada a capital industrial do Brasil, que desenvolveu uma forma de reciclar as embalagens longa vida , separando as suas camadas.



Texto extraído do site:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Res%C3%ADduos_s%
C3%B3lidos_urbanos

 

O Aquecimento global é um fenômeno climático de larga extensão—um aumento da temperatura média superficial global que vem acontecendo nos últimos 150 anos. Entretanto, o significado deste aumento de temperatura ainda é objecto de muitos debates entre os cientistas. Causas naturais ou antropogênicas (provocadas pelo homem) têm sido propostas para explicar o fenômeno.

Grande parte da comunidade científica acredita que o aumento de concentração de poluentes antropogênicos na atmosfera é causa do efeito estufa. A Terra recebe radiação emitida pelo Sol e devolve grande parte dela para o espaço através de radiação de calor. Os poluentes atmosféricos estão retendo uma parte dessa radiação que seria refletida para o espaço, em condições normais. Essa parte retida causa um importante aumento do aquecimento global.

A principal evidência do aquecimento global vem das medidas de temperatura de estações metereológicas em todo o globo desde 1860. Os dados com a correção dos efeitos de "ilhas urbanas" mostra que o aumento médio da temperatura foi de 0.6+-0.2 C durante o século XX. Os maiores aumentos foram em dois períodos: 1910 a 1945 e 1976 a 2000. (fonte IPCC).

Evidências secundárias são obtidas através da observação das variações da cobertura de neve das montanhas e de áreas geladas, do aumento do nível global dos mares, do aumento das precipitações, da cobertura de nuvens, do El Niño e outros eventos extremos de mau tempo durante o século XX.

Por exemplo, dados de satélite mostram uma diminuição de 10% na área que é coberta por neve desde os anos 60. A área da cobertura de gelo no hemisfério norte na primavera e verão também diminuiu em cerca de 10% a 15% desde 1950 e houve retração das montanhas geladas em regiões não polares durante todo o século XX.(Fonte: IPCC).

Causas

Mudanças climáticas ocorrem devido a factores internos e externos. Factores internos são aqueles associados à complexidade derivada do facto dos sistemas climáticos serem sistemas caóticos não lineares. Fatores externos podem ser naturais ou antropogênicos.

O principal factor externo natural é a variabilidade da radiação solar, que depende dos ciclos solares e do facto de que a temperatura interna do sol vem aumentando. Fatores antropogênicos são aqueles da influência humana levando ao efeito estufa, o principal dos quais é a emissão de sulfatos que sobem até a estratosfera causando depleção da camada de ozônio (fonte:IPCC)

Cientistas concordam que factores internos e externos naturais podem ocasionar mudanças climáticas significativas. No último milénio dois importantes períodos de variação de temperatura ocorreram: um período quente conhecido como Período Medieval Quente e um frio conhecido como Pequena Idade do Gelo. A variação de temperatura desses períodos tem magnitude similar ao do atual aquecimento e acredita-se terem sido causados por fatores internos e externos somente. A Pequena Idade do Gelo é atribuída à redução da atividade solar e alguns cientistas concordam que o aquecimento terrestre observado desde 1860 é uma reversão natural da Pequena Idade do Gelo ( Fonte: The Skeptical Environmentalist).

Entretanto grandes quantidades de gases tem sido emitidos para a atmosfera desde que começou a revolução industrial, a partir de 1750 as emissões de dióxido de carbono aumentaram 31%, metano 151%, óxido de nitrogênio 17% e ozônio troposférico 36% (Fonte IPCC).

A maior parte destes gases são produzidos pela queima de combustíveis fósseis. Os cientistas pensam que a redução das áreas de florestas tropicais tem contribuído, assim como as florestas antigas, para o aumento do carbono. No entanto florestas novas nos Estados Unidos e na Rússia contribuem para absorver dióxido de carbono e desde 1990 a quantidade de carbono absorvido é maior que a quantidade liberada no desflorestamento. Nem todo dióxido de carbono emitido para a atmosfera se acumula nela, metade é absorvido pelos mares e florestas.

A real importância de cada causa proposta pode somente ser estabelecida pela quantificação exacta de cada factor envolvido. Factores internos e externos podem ser quantificados pela análise de simulações baseadas nos melhores modelos climáticos.

A influência de fatores externos pode ser comparada usando conceitos de força radiotiva. Uma força radiotiva positiva esquenta o planeta e uma negativa o esfria. Emissões antropogênicas de gases, depleção do ozônio estratosférico e radiação solar tem força radioativa positiva e aerosóis tem o seu uso como força radiotiva negativa.(fonte IPCC).

Modelos climáticos

Simulações climáticas mostram que o aquecimento ocorrido de 1910 até 1945 podem ser explicado somente por forças internas e naturais (variação da radiação solar) mas o aquecimento ocorrido de 1976 a 2000 necessita da emissão de gases antropogênicos causadores do efeito estufa para ser explicado. A maioria da comunidade científica está actualmente convencida de que uma proporção significativa do aquecimento global observado é causado pela emissão de gases causadores do efeito estufa emitidos pela actividade humana. (Fonte IPC)

Esta conclusão depende da exactidão dos modelos usados e da estimativa correcta dos factores externos. A maioria dos cientistas concorda que importantes características climáticas estejam sendo incorrectamente incorporadas nos modelos climáticos, mas eles também pensam que modelos melhores não mudariam a conclusão. (Source: IPCC)

Os críticos dizem que há falhas nos modelos e que factores externos não levados em consideração poderiam alterar as conclusões acima. Os críticos dizem que simulações climáticas são incapazes de modelar os efeitos resfriadores das partículas, ajustar a retroalimentação do vapor de água e levar em conta o papel das nuvens. Críticos também mostram que o Sol pode ter uma maior cota de responsabilidade no aquecimento global actualmente observado do que o aceite pela maioria da comunidade científica. Alguns efeitos solares indirectos podem ser muito importantes e não são levados em conta pelos modelos. Assim, a parte do aquecimento global causado pela acção humana poderia ser menor do que se pensa actualmente. (Fonte: The Skeptical Environmentalist)



 

Efeitos

Devido aos efeitos potenciais sobre a saúde humana, economia e meio ambiente o aquecimento global tem sido fonte de grande preocupação. Algumas importantes mudanças ambientais tem sido observadas e foram ligadas ao aquecimento global. Os exemplos de evidências secundárias citadas abaixo (diminuição da cobertura de gelo, aumento do nível do mar, mudanças dos padrões climáticos) são exemplos das consequências do aquecimento global que podem influenciar não somente as actividades humanas mas também os ecosistemas. Aumento da temperatura global permite que um ecosistema mude; algumas espécies podem ser forçadas a sair dos seus habitats (possibilidade de extinção) devido a mudanças nas condições enquanto outras podem espalhar-se, invadindo outros ecossistemas.

Entretanto, o aquecimento global também pode ter efeitos positivos, uma vez que aumentos de temperaturas e aumento de concentrações de CO2 podem aprimorar a produtividade do ecosistema. Observações de satélites mostram que a produtividade do hemisfério Norte aumentou desde 1982. Por outro lado é fato de que o total da quantidade de biomassa produzida não é necessáriamente muito boa, uma vez que a biodiversidade pode no silêncio diminuir ainda mais um pequeno número de espécie que esteja florescendo.

Uma outra causa grande preocupação é o aumento do nível do mar. O nível dos mares está aumentando em 0.01 a 0.02 metros por década e em alguns países insulares no Oceano Pacífico são expressivamente preocupantes, porque cedo eles estarão debaixo de água. O aquecimento global provoca subida dos mares principalmente por causa da expansão térmica da água dos oceanos, mas alguns cientistas estão preocupados que no futuro, a camada de gelo polar e os glaciares derretam. Em consequência haverá aumento do nível, em muitos metros. No momento, os cientistas não esperam um maior derretimento nos próximos 100 anos. (Fontes: IPCC para os dados e as publicações da grande imprensa para as percepções gerais de que as mudanças climáticas).

Como o clima fica mais quente, a evaporação aumenta. Isto provoca pesados aguaceiros e mais erosão. Muitas pessoas pensam que isto poderá causar resultados mais extremos no clima como progressivo aquecimento global.

O aquecimento global também pode apresentar efeitos menos óbvios. A Corrente do Atlântico Norte,por exemplo, provocada por diferenças entre a temperatura entre os mares. Aparentemente ela está diminuindo conforme as médias da temperatura global aumentam, isso significa que áreas como a Escandinávia e a Inglaterra que são aquecidas pela corrente devem apresentar climas mais frios a despeito do aumento do calor global.

Painel Intergovernamental sobre as Mudanças do Clima (IPCC)

Como este é um tema de grande importância, os govenos precisam de previsões de tendências futuras das mudanças globais de forma que possam tomar decisões políticas que evitem impactos indesejáveis. O aquecimento global está sendo estudado pelo Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC). O último relatório do IPCC faz algumas previsões a respeito das mudanças climáticas. Tais previsões são a base para os actuais debates políticos e científicos.

As previsões do IPCC baseiam-se nos mesmos modelos utilizados para estabelecer a importância de diferentes factores no aquecimento global. Tais modelos alimentam-se dos dados sobre emissões antropogênicas dos gases causadores de efeito estufa e de aerosóis, gerados a partir de 35 cenários distintos, que variam entre pessimistas e optimistas. As previsões do aquecimento global dependem do tipo de cenário levado em consideração, nenhum dos quais leva em consideração qualquer medida para evitar o aquecimento global.

O último relatório do IPCC projecta um aumento médio de temperatura superficial do planeta entre 1,4 e 5,8º C entre 1990 a 2100. O nível do mar deve subir de 0,1 a 0,9 metros nesse mesmo período.

Apesar das previsões do IPCC serem consideradas as melhores disponíveis, elas são o centro de uma grande controvérsia científica. O IPCC admite a necessidade do desenvolvimento de melhores modelos analíticos e compreensão científica dos fenômenos climáticos, assim como a existência de incertezas no campo. Críticos apontam para o facto de que os dados disponíveis não são suficientes para determinar a importância real dos gases causadores do efeito estufa nas mudanças climáticas. A sensibilidade do clima aos gases estufa estaria sendo sobrestimada enquanto fatores externos subestimados.

Por outro lado, o IPCC não atribui qualquer probabilidade aos cenários em que suas previsões são baseadas. Segundo os críticos isso leva a distorções dos resultados finais, pois os cenários que predizem maiores impactos seriam menos passíveis de concretização por contradizerem as bases do racionalismo económico.

Convenção-Quadro Sobre Mudanças Climáticas e o Protocolo de Kioto

Mesmo havendo dúvidas sobre sua importância e causas, o aquecimento global é percebido pelo grande público e por diversos líderes políticos como uma ameaça potencial. Por se tratar de um cenário semelhante ao da tragédia dos comuns, apenas acordos internacionais seriam capazes de propôr uma política de redução nas emissões de gases estufa que, de outra forma, os países evitariam implementar de forma unilateral. Do Protocolo de Kioto a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas foram ratificadas por todos os países industrializados que concordaram em reduzir suas emissões abaixo do nível registrado em 1990. Ficou acertado que os países em desenvolvimento ficariam isentos do acordo. Contudo, President Bush, presidente dos os Estados Unidos — país responsável por cerca de um terço das emissões mundiais, decidiu manter o seu país fora do acordo. Essa decisão provocou uma acalorada controvérsia ao redor do mundo, com profundas ramificações políticas e ideológicas.

Para avaliar a eficácia do Protocolo de Kioto, é necessário comparar o aquecimento global com e sem o acordo. Diversos autores independentes concordam que o impacto do protocolo no fenômeno é pequeno (uma redução de 0,15 num aquecimento de 2ºC em 2100). Mesmo alguns defensores de Kioto concordam que seu impacto é reduzido, mas o vêem como um primeiro passo com mais significado político que prático, para futuras reduções. No momento, é necessária uma analise feita pelo IPCC para resolver essa questão.

O Protocolo de Kioto também pode ser avaliado comparando-se ganhos e custos. Diferentes análises econômicas mostram que o Protocolo de Kioto pode ser mais dispendioso do que o aquecimento global que procura evitar. Contudo, os defensores da proposta argumentam que enquanto os cortes iniciais dos gases estufa têm pouco impacto, eles criam um precedente para cortes maiores no futuro.

Texto extraído do site:
www.jornaldomeioambiente.com.br



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